Não pensem que estou mal. Sei que
muitos dos meus textos parecem meio down...
Mas não quero que pensem que eu sou assim.
Por isso, quero explicar para que entendam como funciona as coisas na
minha cabeça.
Nos meus textos, eu não me prendo
em nada além do que eu estou sentindo. Em muitas das horas mais felizes, eu não
escrevo, apenas as aproveito. Nas horas em que as emoções e os pensamentos mais
profundos me tomam, eu escrevo. Por isso, a predominância sentimentalista, entende?! Tenho a caneta como amigo e o papel como
companheiro. Nesses dois, eu me apoio. Mas meu Porto Seguro é outro e é nele que eu descanso.
Com tantas mudanças que
aconteceram na minha vida no último ano, não tenho como não reconhecer o
cuidado e a proteção de Deus na minha vida. Não tenho do que reclamar e, nem se
achasse que tenho, Nele encontraria tudo que realmente preciso. É como eu digo,
está tudo bem, tudo ok, tudo ótimo. Mas como humano, eu penso (não como todos - sinta a ambiguidade),
eu sinto, eu questiono, eu me exponho – no, meu caso, em palavras.
Sei que muito do que eu sonho
para minha vida parece muito longe hoje. Sei, ainda, que as coisas não estão
como eu gostaria. Espero muito, anseio muito. Quero do meu jeito. Quero meu
espaço, quero pessoas nos meus braços e eu quero abraços. Na minha hora, no meu
momento... Quem nunca sentiu isso? Quem nunca pensou assim?
Sacio-me em Deus. Não tenha
dúvidas. Ele me aquieta, eu descanso Nele. Mas preciso me extrapolar, preciso
me ver saindo de mim. E, quando não tenho ninguém pra conversar, eu escrevo.
Isso explica?!
Eu estou bem, sempre bem. Porque
meu Deus é bom, sempre bom. Em todo e qualquer momento e situação. Mas não guardo escondido o que
sinto e penso. Por isso, mesmo que impulsivamente escreva, eu transcrevo
momentos, não minha essência.
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